14ª FESTA NACIONAL DO CHIMARRÃO    5 a 8 e 11 a 15 de maio de 2016
NOTÍCIAS

A Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), quando idealizada no início dos anos 80, pretendia se projetar para muito além da pequena, porém não menos importante, Festa Municipal do Chimarrão, instituída pela lei municipal 666, de 6 de maio de 1970. É que naquela época se pretendia realizar o evento de quatro em quatro anos. Porém, apenas duas edições ocorreram: em 1971 e 1976.

Dez anos depois, surgiu a Festa Nacional do Chimarrão. Uma ideia do então prefeito Almedo Dettenborn e do secretário de Turismo, Ari Vieira Marques, que sugeriu a construção de um Parque para abrigar o evento. A área de 13 hectares, no Acesso Imperatriz Dona Leopoldina, foi adquirida em 1984. Logo em seguida, mais dois hectares foram anexados.

A 1ª Fenachim aconteceu em 1986. Jader Ribeiro Rosa foi o presidente e contou com o assessoramento da Sebratur, empresa catarinense especializada em grandes eventos. Os destaques foram a inauguração do pórtico de entrada do Parque e as apresentações nativistas. Na segunda festa, Venâncio Aires ganhou o seu pórtico.

A 3ª Fenachim marcou a comemoração do centenário de Venâncio Aires, em 1991. Foi nesta edição que entrou em cena o mascote Venancito. Além disso, o Parque ganhou mais dois hectares, totalizando 17.

Na sexta edição, a Fenachim ganhou o slogan ‘Uma festa com o sabor do Rio Grande’. No evento seguinte, o parque passou por mais uma remodelação. A Mostra Cultural, em sua terceira edição, ganhou a mesma projeção da 8º Fenachim. A organização aconteceu por meio da Associação das Entidades da Comunidade (Assecom), criada especialmente para a festa.

A 9ª Fenachim foi realizada após um intervalo de três anos, com organização da Associação Tradicionalista de Venâncio Aires (ATVA) e da Câmara do Comércio, Indústria e Serviços (Caciva). Na 10ª edição da festa, o Parque ganhou uma pista de kart, tornando o esporte uma das atrações com maior expectativa na programação.

A 11ª Fenachim contou com um Chimarródromo. No local, os visitantes encontravam a bebida símbolo da festa e tinham a oportunidade de aprender a fazer os mais variados tipos da bebida típica do Rio Grande do Sul, através da Escola do Chimarrão.

Na 12ª Fenachim, o Chimarródromo foi mais uma vez lugar de destaque e ganhou novos redutos, em madeira rústica, pelo Parque Municipal. Os shows nacionais de Michel Teló, Gustavo Lima, Sorriso Maroto e Sambô foram as principais atrações. Nesta edição aconteceu também o primeiro encontro das soberanas do RS e inauguração da pista de skate.

Para a 13ª Fenachim muito mais está previsto. Shows, eventos técnicos, ingresso grátis durante a semana e a divulgação da festa para todo o Estado prometem atrair ainda mais visitantes para a Terra do Chimarrão.

SOBERANAS
A escolha da Rainha da Fenachim iniciou em 1986 e, desde então, tem sido um dos pontos mais importantes da festa. A beleza, a simpatia, o carisma e o trabalho dos que aqui vivem está representado na figura das soberanas, escolhidas, também, para divulgar a festa nas demais regiões do país.
Thaísi Pereira
Princesa
Luana Grasiela Schonarth
Rainha
Deise Regina Mahl
Princesa
Conheça todas as mulheres que já deixaram seu nome na história da festa:
A LENDA

A erva-mate tem sua origem explicada pelos indígenas através de lendas, que lhe dão um caráter sobrenatural. Há versões diferentes para a lenda da erva-mate, mas uma, em especial, sofreu uma adaptação em Venâncio Aires, onde foram introduzidos elementos locais, como o poço eterno.

O poço era uma fonte existente que abastecia os habitantes da localidade de Faxinal dos Fagundes, hoje região central de Venâncio Aires. Como nunca secava, passou a ser chamado de poço sem fundo.

Conta uma das lendas que Caa Yari era uma linda filha de um cacique, amada por um jovem a cujo amor não correspondia. Assediada, fugiu e, em sua fuga, atravessou glebas ao norte do município, semeando erva-mate no caminho, pois era de bom coração e queria fazer o bem a todas as tribos indígenas. Prestes a ser capturada por seu apaixonado perseguidor, pediu proteção a Tupã. Este a acudiu, abrindo o poço e fazendo Caa Yari nele desaparecer.

Bondosa, a moça continuou a fazer o bem, distribuindo água de sabor agradável aos habitantes do Faxinal, homens e animais. Mas, como no fundo do poço não podia mais semear erva-mate, explica-se por que as terras vizinhas dos municípios de General Câmara e Rio Pardo não possuem ervais nativos.

CHIMARRÃO FAZ BEM À SAÚDE

Mais do que simples tradição dos gaúchos, o hábito de tomar chimarrão também é salutar. Estudos comprovam que a erva-mate (Ilex paraguariensis A. St. Hilaire), consumida como chimarrão ou chá, apresenta propriedades benéficas para as funções orgânicas. Os principais componentes da planta atuam como auxiliar em dietas, como diurético, digestivo e também no tratamento da fadiga funcional.

Conforme o médico Oly Pedrinho Schwingel, que se dedica à medicina natural e ao estudo das plantas, a erva-mate é considerada um “alimento quase completo, pois contém a maioria dos nutrientes necessários para sustentar a vida”. Ele se refere à presença de vitaminas, aminoácidos, saponinas triterpênicas, açúcares e flavonoides. “A erva-mate também possui substâncias antioxidantes, que evitam o envelhecimento e controlam o mau colesterol, podendo ser usadas no emprego farmacêutico como expectorante, diurético e harmonizador orgânico, estimulando a resposta imunológica”, completa.

Pesquisas sobre os efeitos da planta revelam a alta concentração de sais minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e manganês. Já a atividade estimulante da erva-mate é conferida pela presença da mateína, substância similar à cafeína, porém com propriedades distintas.

Schwingel ressalta que a bebida tradicional dos gaúchos não tem contraindicações, porém, recomenda o consumo máximo de três chimarrões novos por dia. “Quem tem dúvidas deve sempre saná-las antes com seu médico”, aconselha, indicando consumo moderado para hiperativos, hipertensos e pessoas com problemas cardíacos. O pesquisador defende a exploração da erva-mate para utilização em áreas como nutrição, farmácia e fisioterapia. “A planta vem sendo usada no mercado sul-americano e europeu como matéria-prima para obtenção de produtos homeopáticos, fitoterápicos e muitos outros para a saúde em geral”, exemplifica.

Um estudo realizado recentemente pela Feevale, de Novo Hamburgo, atesta que o mate, além de estimulante, faz bem ao coração. Conforme o trabalho coordenado pela biomédica Rejane Giacomelli Tavares, o uso de cem gramas diárias de erva-mate pode causar a diminuição de 29% nos níveis do colesterol e de 62% nos triglicerídeos, reduzindo, assim, o risco de doenças cardíacas. A análise foi feita em ratos de laboratório, que receberam uma dose concentrada de extrato de erva-mate e tiveram os indicadores reduzidos.

TIPOS DE CHIMARRÃO
Achego
Amargo
Apaixonado
Canhoto
China Pobre
Da Collher
Da Copa
Da Engrenagem
Da Flor
Da Praia
Do Prego
Escovado
Estrela
Ferradura
Formigueiro
Furo Alto
Furo Quadrado
Gaúcho Macho
Homenagem
Invertido
Mate Doce
Meia Lua
Namorados
Peão Pobre
Poço
Ponte
Primavera
Repartido
Riscadinho
Roda de Carreta
Tapado
Toca de Tatu
Tradicional
Ventania
Vulcão
Xadrez
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FENACHIM
INFORMAÇÕES
CHIMARRÃO
MÍDIA
14ª FESTA NACIONAL DO CHIMARRÃO

De pai pra filho se mantem
a nossa tradição
cultivar amigos
semeando a tradição

Com a família passear
clima de festa no ar
chimarrão de mão em mão
roda gigante a rodar

Com água na chaleira
chimarrão na mão
vem a Venâncio Aires
A Capital Nacional do Chimarrão

A festa que reúne amigos
tem sabor de tradição
Fenachim é o nome dela
a Festa Nacional do chimarrão

Ele quem aquece o inverno
e mata sede no verão
amargo feito no porongo
Gostoso, é nosso chimarrão

Símbolo da cultura
gera novas amizades
passando de mão em mão
representa a nossa cidade

Com água na chaleira
chimarrão na mão
vem a Venâncio Aires
A Capital Nacional do Chimarrão

A festa que reúne amigos
tem sabor de tradição
Fenachim é o nome dela
a Festa Nacional do chimarrão

Formato MP3 - 320 kbps
- Composição: EvertonTx e Thomás Lenz
- Música e Produção: Thomás Lenz
- Cantores: Midian Almeida e Thomás Lenz
INGRESSOS E HORÁRIOS

01/05 - Quinta-Feira

02/05 - Sexta-Feira

03/05 - Sábado

04/05 - Domingo

05/05 - Segunda-Feira

06/05 - Terça-Feira

07/05 - Quarta-Feira

08/05 - Quinta-Feira

09/05 - Sexta-Feira

10/05 - Sábado

11/05 - Domingo

Abertura dos Portões

10h00

10h00

10h00

10h00

10h00

14h00

14h00

10h00

10h00

10h00

10h00

Feira Comercial

10h00 às 22h00

10h00 às 22h00

10h00 às 22h00

10h00 às 22h00

14h00 às 22h00

14h00 às 22h00

14h00 às 22h00

14h00 às 22h00

10h00 às 22h00

10h00 às 22h00

10h00 às 22h00

Ingresso Parque

R$ 8,00

R$ 8,00

R$ 8,00

R$ 8,00

Grátis

Grátis

Grátis

Grátis

R$ 8,00

R$ 8,00

R$ 8,00

INGRESSOS PARA SHOWS

GURI DE URUGUAIANA 1º Lote R$ 10,00

PAR OU IMPAR - THOLL R$ 10,00

PONTOS DE VENDA: Lojas Dullius (Venâncio Aires, Lajeado (Centro e Shopping), Santa Cruz do Sul e Cachoeira do Sul), Loja Treko’s & Tarekos (Venâncio Aires) e Farmacentro (Taquari). Para o show de Marcelo D2, os bilhetes também podem ser adquiridos na Cia Moda Jovem, em Venâncio Aires.
MARCELO D2, SPC 25 ANOS, MUNHOZ E MARIANO:

PISTA

FRONT VIP

CADEIRAS

1º Lote R$ 25,00

1º Lote R$ 60,00

1º Lote R$ 80,00

2º Lote R$ 30,00

2º Lote R$ 70,00

2º Lote R$ 90,00

3º Lote R$ 35,00

3º Lote R$ 80,00

PASSAPORTE p/ 3 shows:

CAMAROTE DIAMOUND Open Bar e Open Food

MESA p/ 4 pessoas + combo

1º Lote R$ 100,00 (limitado)

1º Lote R$ 120,00 (limitado)

R$ 450,00 (limitado)

2º Lote R$ 120,00 (limitado)

2º Lote R$ 150,00 (limitado)

Juliana Böhn, Letícia Wacholz, Litchele Jaeger
2012
Fernanda Cássia Landim, Ângela Roberta Bencke e Tamara Luisa Wermuth
2010
Bruna Mendes da Silva, Gabriely Martins Henn e Lunara Campos
2008
Amanha Kothe, Daniela Azeredo e Fernanda Goebel
2006
Patricia Graef, Francine Rabuske e Roberta Wünsch Bastos
2003
Roberta Schenkel Gomes, Roberta Accioly Gerhardt e Gisele Reginatto Vasconcelos
2000
Rosana Reckziegel, Débora Barden dos Santos e Michele Assmann
1998
Márcia Streich, Viviane Mengue e Rosângela Machado
1996
Isabel Schmidt, Janaina Lenz e Fabiana Kist
1994
Angela Fischer, Katine Sehn e Flávia Souto
1991
Loiva Wunsch, Alexandra Weizemann e Margô Schmidt
1988
Nilva Kist, Viviane Lopes, SImone Beatriz Shwingel, Lialice Schmidt e Rosana Foltz
1986